Puglia em 25 fotos

Em Setembro de 2017 fui com vários amigos para um supercasamento em Amalfi, perto de Nápoles, na Itália. De lá, eu e mais três amigos partimos em uma viagem de exploração da Puglia, a região mais ao sul da bota. De Amalfi dormimos a primeira noite em Matera, na região da Basilicata, sem antes pararmos para comer na simplíssima, mas incrivelmente deliciosa Trattoria da Peppe em Potenza. Nos dias seguintes ficamos entre Alberobello, Locorotondo, Fasano, Lecce, Ostuni, Otranto, Polignano a Mare e Bari. A região se tornou a minha favorita na Itália.

A Puglia me conquistou por ser simples, sem grandes aspirações à la Toscana, sem a arrogância milanesa ou o caos romano. Na Puglia você come o tomate plantado no jardim do restaurante, o azeite de oliva do quintal do vizinho, os vinhos regionais são maravilhosos e as pessoas tem tempo para conversar, descrever as comidas e serem elas mesmas. A impressão que tive é que a Puglia é um pouco como o Nordeste do Brasil, para onde quem se cansou do caos urbano e da vida estressante do Sul e Sudeste planeja ir viver uma vida mais saudável e rica nas coisas que valem a pena. Bem, recomendo a Puglia (mas não deixe de passar por Matera, que é pertinho, mas fica na Basilicata).

Seguem 25 fotos para abrirem o teu apetite.

Trattoria da Peppe em Potenza, com comida simples, mas deliciosa. Essa massa com pimenta e casca de pão estava muito boa!

Essa ricotta servida no da Peppe é feita diariamente por uma senhora que mora ali perto. O pão é assado no forno do restaurante. Chorei de tão boa que estava!

Matera, a cidade de pedra

Eu e o pôr do sol dourado de Matera

Detalhes de Matera, onde tudo é “artigianale” e “tipico”

Uáu!

Olha eu na igreja!

Durante o dia, a cidade é meio quieta. Chega a noite e as ruas pululam de gente, de barzinhos, de música e conversa. Esses são meus companheiros de viagem, a Pati, o Fernando e o Nuno.

Cada cidade da Puglia tem uma identidade única. Alberobello parece uma cidade de duendes, com essas casas chamadas de Trulli.

Olha a Pati tentando arrombar um Trullo

Nossa mesa no pátio de um restaurante onde quase tudo era plantado em volta da gente.

Você descobre que se dá bem com as pessoas quando viaja, pois se há sintonia, a coisa flui!

Usamos quase somente as estradas secundárias e tudo é perto na Puglia.

Olha esse mar! No horizonte a gente conseguia ver as montanhas da Albânia.

Com esses dois já dei umas duas voltas ao mundo!

Ostuni parece uma cidade fortificada do Norte da África, em cima da montanha, toda branca.

Nessa praia a gente ficava se jogando no buraco junto com farofada.

Daí você entra nessas lojinhas e não consegue sair sem um pote de geleia de figo, de queijo curado, de molhos incríveis e de doces orgásmicos.

Eu, tentando fazer uma foto para o grupo do CrossFit Barigui.

Lecce é linda e coalhada de prédios históricos. Aqui é o Duomo, na praça central.

O anfiteatro de Lecce.

Você vai na gelateria e além de se encantar com os sorvetes, ainda dá para tirar selfie do pé.

Praia para guardar no coração.

Polignano a Mare foi o único lugar que ficou um pouquinho abaixo das expectativas por causa do volume de turistas pelas ruas. Fora que foi a última cidade que visitamos e o único dia que choveu. Então vou ter que voltar para reavaliá-la.

O melhor almoço da viagem foi no Cibus. Até a Pati que come isso ou aquilo, comeu tudo! Se for para a Puglia, ele fica em Ceglie Messapica e vale todos os quilômetros da viagem. Eu, que sou de chorar de emoção em boas refeições, fiz o pranto gourmet a cada garfada.